quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Foguete não-tripulado da Nasa explode após lançamento

Um foguete Antares não-tripulado explodiu segundos depois de ser lançado de uma plataforma particular na Virginia, nos Estados Unidos, nesta terça-feira, mostrou uma transmissão da NASA TV.
O foguete, da altura de um prédio de 14 andares, construído e lançado pela Orbital Sciences, decolou às 20h22 (horário de Brasília) da plataforma Wallops Flight Facility e explodiu segundos depois.
A causa do acidente não foi divulgada imediatamente.

Robô que pousou em cometa envia primeiras fotos

Pouco depois do pouso do robô Philae em um cometa, feito inédito e histórico da exploração espacial pelo homem, as primeiras imagens feitas por ele começam a chegar à Terra.
As imagens mostram a superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feitas durante a aproximação do robô, do tamanho de uma máquina de lavar roupa.
Seus dados poderão ajudar a elucidar mistérios sobre cometas como esse, relíquias geladas dos tempos da formação do Sistema Solar.
Um dos temores dos cientistas que comandam a missão é de que a parte externa do cometa fosse revestida por gelo, o que poderia fazer o robô quicar na superfície e ser afastada da rocha em vez de aterrissar - já que há pouca gravidade no local.
Mas o robô não só não quicou, como afundou cerca de quatro centímetros ao pousar, o que sugere que ele encontrou uma superfície relativamente macia
'Grande passo'
O robô Philae conseguiu aterrissar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko às 14h05 (horário de Brasília).
"Este é um grande passo para a civilização", disse Jean Jacques Dordain, diretor-geral da Agência Espacial Europeia, que deu início à missão há cerca de duas décadas.
"Sabíamos que este tipo de feito não iria cair do céu, só com trabalho duro e muito conhecimento."

O robô foi lançado às 7h03 de hoje da sonda Rosetta e levou sete horas para atingir a superfície do cometa, que está a 500 milhões de quilômetros da Terra.
Agora, o robô fará análises da composição da superfície do corpo celeste, o que pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.
Análise química da superfície do cometa pode dar pistas sobre o surgimento da vida na Terra
Uma das teorias sobre o início da vida na Terra postula que os primeiros ingredientes da chamada "sopa orgânica" vieram de um cometa.
Estes são considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.
A missão Rosetta, batizada em homenagem à pedra que possibilitou a tradução dos hieróglifos egípcios, foi planejada na década de 80 e custou ao menos US$ 1 bilhão.
A sonda foi lançada em março de 2004 e, desde então, já orbitou o sol cinco vezes, ganhando velocidade "surfando" a gravidade da Terra e de Marte.
Para atravessar a parte mais gelada de sua rota, a sonda foi desligada em 2012 e somente reativada em 1º de janeiro deste ano.

Mancha Vermelha de Júpiter pode ter cor por queimadura solar

Novos estudos realizados por cientistas da Nasa mostram que a cor avermelhada da Grande Mancha Vermelha de Júpiter pode ser causada por queimaduras solares. O mistério desafia cientistas há anos que buscam entender os elementos formadores das nuvens e do planeta gigante. As informações são do Daily Mail.
Especialistas da Nasa acreditam que, provavelmente, a cor avermelhada seja um produto de substâncias químicas simples quebradas pela luz solar na atmosfera superior do planeta. Porém, as novas pesquisas contradizem a principal teoria – até agora - para a origem da cor impressionante do local, a qual afirma que os produtos químicos avermelhados estariam abaixo das nuvens de Júpiter.
“Nossos modelos sugerem que a maior parte da Grande Mancha Vermelha é bastante 'sem graça' na cor, se considerarmos a camada abaixo da nuvem superior – que é formada de material avermelhado”, defendeu o cientista Kevin Baines, da equipe da Cassini com base no Jet Propulsion Laboratory da NASA, em Pasadena, Califórnia.
De acordo com Baines, abaixo da nuvem avermelhada, a Grande Mancha seria, na verdade, de uma cor esbranquiçada ou acinzentada.
Para o estudo, os cientistas reproduziram os efeitos dos raios ultravioletas em gases acetileno e amônia – presentes em alturas extremas de nuvens da Grande Mancha Vermelha.
Júpiter possui três camadas de nuvens principais, que ocupam altitudes específicas em seus céus; da maior para o menor são: amônia, hidrosulfureto de amônio e nuvens de água.
A chamada “Grande Mancha Vermelha” é uma violenta tempestade, que no final dos anos 1880 teve seu tamanho estimado em cerca de 40 mil quilômetros de diâmetro, grande o suficiente para acomodar três Terras lado a lado.

Nasa acha luz tão brilhante quanto todas as galáxias juntas

Uma nave espacial da Nasa detectou diversos pontos de luz infravermelha na escuridão entre as galáxias. O brilho, que é mais forte que todos os já registrados no universo, parece se tratar de estrelas órfãs, arremessadas para fora das galáxias. As informações são do Daily Mail.
Segundo a publicação, a descoberta pode mudar o conceito que os cientistas tinham sobre as galáxias. Com esses pontos de luz, entende-se que as galáxias não têm um conjunto limite de estrelas, mas, em vez disso, aumenta grandes distâncias, formando um vasto mar de estrelas interligadas.
Uma nave espacial da Nasa detectou diversos pontos de luz infravermelha na escuridão entre as galáxias. O brilho, que é mais forte que todos os já registrados no universo, parece se tratar de estrelas órfãs, arremessadas para fora das galáxias. As informações são do Daily Mail.
Segundo a publicação, a descoberta pode mudar o conceito que os cientistas tinham sobre as galáxias. Com esses pontos de luz, entende-se que as galáxias não têm um conjunto limite de estrelas, mas, em vez disso, aumenta grandes distâncias, formando um vasto mar de estrelas interligadas.
"É emocionante como um pequeno foguete da NASA pode fazer uma grande descoberta como essa", disse Mike Garcia, cientista da NASA. "Foguetes-sonda são um elemento importante para as nossas missões", afirma.
Experimentos futuros prometem testar se as estrelas errantes são de fato as fontes do brilho infravermelho. Também será pesquisado como tais estrelas foram removidas de suas galáxias-mãe ao longo da história cósmica.


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Nasa captura imagem do sol 'pronto para o Halloween'

Às vésperas do Dia das Bruxas, comemorado no dia 31 de outubro, a Nasa divulgou uma imagem curiosa do sol: o astor aparece com um aspecto semelhante ao de uma abóbora de Halloween. As informações são do The New York Times.

Foto: Nasa

De acordo com a agência espacial, a foto foi tirada com o registro de dois comprimentos de onda que normalmente emitem imagens com cores douradas ou amarelas. Os pontos brilhantes na imagem são as regiões "mais ativas" do sol, que emitem mais luz e energia.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Rússia envia 1ª mulher à Estação Espacial Internacional

Elena Serova, 38 anos, partiu na primeira missão de uma russa na Estação Espacial Internacional (ISS), marcando o retorno de cosmonautas mulheres na conquista espacial, da qual estavam ausentes desde 1997.
A nave Soyuz-TMA14M foi lançada às 12h25, horário de Moscou (17h25 de Brasília), do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, indicou o centro de controle russo.
Também estão a bordo o cosmonauta russo Alexander Samokutiaev e o astronauta americano Barry Wilmore.
A chegada da ISS, uma plataforma de pesquisas científicas situada na órbita terrestre, está prevista para as 23h15 de Brasília.
Os três astronautas se reunirão na base com o comandante da estação, o russo Maxim Surayev, com seu colega americano, Reid Wiseman, e com o alemão Alexander Gerst, da Agência Espacial Europeia, e passarão um total de 169 dias no espaço.
"Serei a primeira mulher russa a ir para a Estação Espacial Internacional (ISS). Os tripulantes têm uma enorme responsabilidade para com as pessoas que os formaram e quero dizer a elas: 'não vamos decepcioná-los'", disse Serova, antes do lançamento.
No ano passado, a Rússia comemorou os 50 anos do voo da primeira mulher ao espaço, Valentina Tereshkova, em 16 de junho de 1963. Depois dos voos de Svetlana Savitskaia, em 1982 e em 1984, Elena Kondakova fez o mesmo entre 1994 e 1997.
O voo de Serova marca a volta das mulheres russas ao espaço após 17 anos de ausência.
"Quando Tereshkova voou, estávamos em plena concorrência com os Estados Unidos para saber qual de nós enviaria a primeira mulher ao espaço", explicou o editor-chefe da revista Novosti Kosminavtiki ("Notícias do Espaço"), Igor Marinin.
Marinin acrescentou que, posteriormente, os voos de mulheres se tornaram menos frequentes porque muita gente da indústria aeroespacial pensava que "o espaço era um duro trabalho de homens".
"É o meu trabalho", explicou Serova em uma coletiva de imprensa, ao ser perguntada por um jornalista sobre como enfrentará, "como mulher", a separação de sua família e, em particular, de sua filha.
"Minha filha tem quase 17 anos. Não vejo problema algum para me comunicar com ela. Terei muitas oportunidades de ligar para ela, de saber como está e apoiá-la, caso tenha algum problema", explicou.
Quando perguntada por um jornalista como vai se pentear a bordo da ISS, Serova devolveu: "Você também se interessa pelo corte de cabelo dos meus colegas?".
Serova nasceu em 22 de abril de 1976, em Primorié, no Extremo Oriente russo, e concluiu a Faculdade Aeroespacial no Instituto de Aviação de Moscou, em 2001.
Em 2007, ela começou a se preparar para voos espaciais.
Em 2013, Serova disse que não tinha a intenção de estabelecer um recorde e que queria apenas "fazer seu trabalho" a bordo da ISS.
"Se tudo sair bem, servirá de sinal para que mais mulheres ponham à prova sua força no espaço", acrescentou.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Tempestade solar atingirá a Terra nos próximos dias

Uma tempestade solar atingirá a atmosfera da Terra nos próximos dias, mas não deve causar nenhum problema para as pessoas, diz Tom Berger, diretor do Centro de Previsão do Tempo Espacial em Boulder, nos Estados Unidos. As informações são da AbcNews.
De acordo com o cientista, a tempestade deve atingir o Norte da Terra. Ela pode causar uma leve alteração no campo magnético do planeta e provocar alterações em satélites e nas transmissões por rádio, mas nada grave.
A tempestade se formou com uma enorme explosão eletromagnética no sol, que liberou partículas de plasma magnetizado e energizado. Neste caso, as partículas estão viajando em direção à Terra em velocidade média, cerca de 4 milhões de quilômetros por hora.
Já faz laguns anos desde que a última tempestade solar atingiu o planeta, afirma Berger. O plasma deve aumentar a intensidade das luzes coloridas que são vistas ao Norte, chamadas de aurora boreal, alargando a distância em que as pessoas ao Sul podem vê-las.

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